Próximos demais.
É como num encontro, estivessemos diante de um espelho. Este poderia ser colocado afrente o corpo alheio ao seu, refletindo sua própria imagem. Bloqueio de vidas. Encontro casual, sem encontro de almas. Em casos piores, falsários refletiriam uma falsa imagem sua também, péssimo encontro. E num melhor caso, permitido. Transmutassemos num enorme espelho, refletindo por seus olhos sua imagem e semelhança. Isso seria recíproco, transações e trocas simultâneas vindos de ambas direções. Eu me veria em você, você em mim. Descobriria algo em você que estava latente em mim. E morreria aquilo que doente estava dentro de mim.

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