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Escrevo, para nunca esquecer aquelas palavras proferidas. Não soaram como uma praga, mas ecoaram por entre o orifícios auriculares, chegando ao âmago eclodindo numa fina dor. Agradeço por ter coração bom. Agradeço por sempre perdoar até aqueles que não o merecem meu perdão. Agradeço por sempre compreender. Mas hoje, agradeço mais ainda por saber escrever e com o ato da escrita, registrar aqui para que não seja esquecido o dia de hoje. Aquelas palavras. Que meu coração, alma e mente não me permitam o perdão. Esta é a praga.

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